quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Filmes de férias - parte 3


A Dama na Água (Lady in the Water)

Levei anos pra ver esse filme porque lembro que todo mundo criticou quando estreou. Só que recentemente minha curiosidade falou mais alto.
Sério, a história desse filme é LINDA. Prato cheio pra fantasia bem feita. Só que foi extremamente mal feito, mal usado, e em alguns momentos bem ridículo, e isso estragou o filme e a forma com que ele foi visto. A impressão que me deu é que o Shyamalan queria brincar com alguns "efeitos" (ou defeitos) cinematográficos e usou o filme pra isso, sem pensar se era a história adequada. Fiquei extremamente incomodada com o tom de chacota, de besteirol e até de filme trash que ele usou durante o filme inteiro, além de tudo ter sido conduzido de formas hiper previsíveis, mesmo as que pareciam não ser (tipo um personagem narrando o que ele achava que aconteceria com ele). Decepcionei, queria ver a temática da ninfa da água e seu resgate mais bem aproveitada!



Um Sonho Possível (The Blind Side)

Enquanto tava todo mundo concentrado no Superbowl, lá fui eu resolver ver filme. Juro que foi pura coincidência escolher um sobre futebol americano hahahaha
Achei muito bom! Daqueles filmes bonitinhos emocionantes que restauram a fé na humanidade. Em vários sentidos: um garoto que cresceu nas piores condições possíveis conseguiu "milagrosamente" uma chance de ter uma vida melhor, uma madame perua republicana aprendeu que existem mais coisas na vida do que ela imaginava, e por aí vai. E bom, pra vocês que não viram o filme (devem ser poucos, né) e gostam de futebol americano: o tal garoto é Michael Oher, jogador gigantesco que antes era do Ravens, agora não sei onde tá (e eu só sei que o Ravens existe porque já vi amiga citando o nome haahahah).
Enfim, um filme muito legal e bem humorado, indico pra quem tá num dia ruim (ou não!)



Um Dia (One Day)

Tenho preguiça desse tipo de história, mas resolvi ver por curiosidade, de tanto ver o livro por aí ou ouvir gente comentando. No começo, fiquei com a impressão de que o filme era sobre pessoas com problema de confiança em áreas diferentes, mas fazendo com que elas mesmas se boicotem e nem tentem correr atrás das coisas. Eu já tava meio que tomando o filme como possível inspiração pra quando eu ficar desanimada ou com preguiça de botar a mão na massa, mas aí veio uma cena repentina, que eu não esperava (não li nada sobre o filme antes), mas que no final acabou parecendo bem clichê de filme romântico água com açúcar. E foi exatamente o que o filme virou pra mim: romantismo água com açúcar altamente preguiçante. Anne Hathaway é ótima, mas PRA MIM não deu...

Também andei assistindo The Grand Budapest Hotel (viajado, sem noção e muito divertido haha), The Place Beyond the Pines (não assistam se não quiserem perder a fé na humanidade), Os Pinguins de Madagascar (nem chega aos pés do Madagascar original, mas enfim)...

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